SIMPLES FLERTE - poesia (72 páginas)

Chicco
Lacerda
O autor deste livro é carioca e ainda acredita que as praias de todo
o mundo podem voltar a ser limpas. Também confia na capacidade humana
em preservar lagoas e florestas, assim como de respeitar as espécies
que tornam a existência mais completa no Planeta Azul. Mesmo depois de
se doutorar em Literatura Comparada, pela UFF, ele continua a crer que a vida
é aprendizado permanente e tudo pode estar apenas começando para
cada um de nós.
Por isso mesmo, apesar de tudo o que aprontou até hoje, tem a destacar
como mais importante o que ainda acontecendo. O passado não morreu. Apenas
não tem a urgência suficiente a ponto de merecer destaque num texto
de apresentação. Atualmente coordena o curso de Letras da Universidade
Estácio de Sá, no Campus Madureira e promove saraus de poesia
e outros eventos. Dedica-se ainda a pesquisas voltadas para a criação
de estratégias de ensino de literatura voltadas para a centralidade das
poéticas da voz em nossa época, como também ao estudo da
herança contracultural nas formas de poesia da atualidade, particularmente
a canção popular. Muitos outros livros estão inéditos
ou previstos para surgir muito em breve. O importante é não desistir
de jogar lenha no forno onde é feito o futuro. Você pode fazer
de tudo nesta vida, menos deixar de ler o que vem por aí...
Lançamento
na Universidade Estácio de Sá, Campus
Madureira, Rio de Janeiro
dia 23 de novembro de 2011, das 09 às 12h e das 19 às 22h, no
corredor do 6º andar
Relançamento
no Sarau Música e Poesia, no Centro Cultural
Memória do Rio, Lapa, Rio de Janeiro, Av. Gomes Freire, 289
dia 11 de janeiro de 2012, às 19h
Em tempos tão pouco românticos, lançar esse Simples Flerte é uma ousadia. Uma doce ousadia de um doce bardo. E é com outro doce poeta que concluo o meu texto. Silvio Ribeiro de Castro, em seu poema Amantes, nos ensina: “amantes não deviam comer nem beber/ amantes não deviam viver/ só amar e sonhar/ amantes não deviam acordar”. Caro leitor, leia e durma com esse livro aninhado em seus braços. E, por favor, não acorde! Não creia jamais que a verdadeira realidade é a que está nas ruas sujas, nas pessoas más e na vida cruel. A “verdade” é somente aquela que mora dentro de você.
Marcelo Mourão
poeta e professor
Mais informações: oficinaeditores@oficinaeditores.com.br