FATOS & CAMINHOS... - Luecir Lucas Gonçalves (in memoriam).
Org. Sérgio Gerônimo e Vanda Delgado Lucas Gonçalves - poesia (150 páginas)

LANÇAMENTOS:

DIA 23 DE MAIO DE 2015, a partir das 10h, Rua Coronel Luecir Lucas Gonçalves, L/7, Balneário Bambuí, Maricá/RJ.
DIA 10 DE SETEMBRO DE 2015, das 14:50 às 15:50h, na XVII BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DO RIO DE JANEIRO, Estande da OFICINA Editores, RioCentro, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ
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LUECIR LUCAS GONÇALVES (19/01/1942 – 06/08/2014): carioca, primogênito de Benjamim e Célia; cidadão maricaense, frequentando desde 1978 e morador a partir de 1990, no Jardim Balneário Bambuí, Maricá/RJ. Militar da Reserva na patente de Coronel de Infantaria. Bacharel em Física, pós-graduado em Meio Ambiente pela Universidade Cândido Mendes (Instituto Nacional de Desenvolvimento da Ciência e Saúde). Orquidófilo, proprietário do Orquidário LuVan (Bambuí). Lucas, como o poeta era conhecido, proporcionou e conduziu o evento de poesia São Pedro da Poesia, por 5 anos, em Bambuí, como Delegado Regional da Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro (APPERJ), sua parceira de atuação nas escolas do município de Maricá, levando cultura e educação com participações em concursos literários de temas diversos, incentivando alunos e professores, alimentando as bibliotecas com livros paradidáticos de poesia, contos e crônicas. Participou em diversas coletâneas e revistas de poesia. Foi Destaque Cultural em 2002, honraria concedida pela Academia de Letras e Artes de Paranapuã, Rio/RJ, pelos relevantes serviços prestados à cultura. Recebeu, também, a Medalha Francisco Igreja de Cultura pela APPERJ.

VANDA

Um simples abraço, mesmo sem ser apertado.
O poder simplesmente em seu corpo encostar,
Cria-me um abrigo, transforma em aconchego,
Qualquer cantinho nas veredas de meu caminho.
Sem dar importância a espaço, tempo e lugar,
No emaranhar de cipós, fios e linhas do destino,
Dá a forma e estrutura daquilo que é meu ninho.
É similar a uma rocha e qual sua mãe natureza,
Permite de uma fenda brotar
Uma fonte de pura energia
Saciando as necessidades da matéria e do espírito,
Amenizando a sede de cada Ser,
Nas lutas e provas inerentes a cada caminhar.
Podes estar a conjecturar,
Querendo me perguntar
Como posso a esta narração
Dar um nome, este simbolismo decodificar.
Busque nas orquídeas o seu nome,
Mas não ouse o seu olhar abaixar.
Florida, oscila livre, solta, o ar a energizar.
Enfim falo do Ser Vanda, madrinha da natureza,
Que me protege e assim vive neste seu caminhar.

Mais informações: oficinaeditores@oficinaeditores.com.br