Ainda emoções - poesia /crônica, 122 páginas

Arlete Moreira dos Reis

LANÇAMENTO DIA 19 DE SETEMBRO DE 2009, na XIV Bienal Internacional do Livro/RJ, das 13:45 às 15:25h, no estande da OFICINA, Pav. Verde, Rua "Q", no Riocentro, Barra da Tijuca/RJ.
Autora dos livros “Sentimentos”,
“Vivências” e “Emoções em Verso &
Prosa”, Arlete Moreira dos Reis nos presenteia com um novo livro intitulado
“AINDA EMOÇÕES”.
Em “AINDA EMOÇÕES”, exalta a natureza de forma encantadora,
nos transportando a lugares inesquecíveis como: “Ilha de Paquetá”,
“Um lugar em Maricá”, “Conservatória”.
Na crônica “Para quê fazer poesias?“ demonstra sua
paixão pela poesia, dizendo-nos porque lhe dá tanto prazer escrevê-las:
“Fazer poesias é libertar sentimentos, voar com eles sobre as
nuvens, sobrevoar lembranças, paixões, saudade, tristezas, alegrias
e aterrissar o coração no campo da esperança, trazendo
na bagagem o desejo de viver com a humanidade dias melhores neste planeta”.
Saudosista, reverencia cheia de amor e saudade seus entes queridos, família
e amigos que se foram: “Meu baú das amizades fui abrindo devagarinho,
lá estavam as lembranças do meu querido Maninho, de Papai e
de Mamãe, de tantos Amigos queridos, de quem sempre vou lembrar com
ternura e carinho”.
Por força dos sentimentos patrióticos, éticos e sociais,
a autora demonstra seu repúdio aos desmandos da Nação
Brasileira, com o poema “Prece de um Brasileiro”, ao tratamento
dado aos índios, com o poema “Ianomâmis” e ao empobrecimento
dos aposentados deste País que, no declínio da idade são
desprezados pelo poder público com a redução drástica
a cada ano de seus benefícios, com a crônica “Aposentados,
vamos reagir.”
Além de clamar por Justiça, dá grande realce ao amor
família, à criança, a carência de atenção
dos filhos aos pais idosos, alertando-os para o arrependimento que sentirão
por não tê-los abraçado mais vezes, ouvido contar suas
estórias. Seu humanismo contagia a todos.
Com a vivência de seus setenta anos, a autora nos leva pelos caminhos
da vida e nos alerta sobre nossa passagem por este planeta, chamando a atenção
para as conseqüências de nossos atos nessa jornada, quando diz
em seu poema “A Estrada“: “A vida é uma estrada,
nela vamos caminhar, vai depender de nós, se será boa ou má.
Aqui se planta e se colhe; as sementes irão germinar e num futuro distante
todas elas irão brotar. Não jogue nos outros a culpa se você
é infeliz, volte ao passado, se lembre, das coisas que fez.”
Prosseguindo, a autora não se esquece de homenagear o médico
que lhe proporcionou melhor qualidade de vida, com a poesia “O Neurocirurgião”,
como também, na crônica “A Coluna Vertebral” se mostra
agradecida aos amigos que lhe deram apoio e calor humano durante sua convalescência.
Em “A amiga solitária” nos faz refletir com a afirmação
de que em alguns momentos da vida todos precisam estar a sós, nem que
por alguns minutos. É verdade.
Em “AINDA EMOÇÕES” vamos sentir a pureza, firmeza
e a nobreza de propósitos da Autora a respeito das questões
éticas, ecológicas, sociais e do relacionamento humano, de interesse
comum a todos nós. AINDA EMOÇÕES é um livro para
se ter na cabeceira.
Vanda G. Nascimento, Mestra em Filosofia.
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e-mail: oficinaeditores@oficinaeditores.com.br