CÓDIGO DE BARRAS - poesia, 106 páginas
Sérgio Gerônimo

LANÇAMENTO DIA 15 DE ABRIL 08, no evento TERÇA CONVERSO NO CAFÉ, a partir de 18:30h, no Café do Teatro Glaucio Gill, Pça Cardeal Arcoverde, Copacabana, Rio de Janeiro, Rio/RJ.
LANÇAMENTO DIA 08 DE ABRIL 08, no Projeto POETA SAIA DA GAVETA, às 18:30h, no Bar Reza Forte, Rua Tenente Cerqueira Leite, 7 (próximo à Pça Agripino Grieco), Méier, Rio de Janeiro, Rio/RJ.
LANÇAMENTO DIA 09 DE DEZEMBRO 07, no Bar Estilo da Lapa, Av. Mem de Sá, 127, Lapa, Rio/RJ, a partir das 16:30h, no Sarau Conecte, coordenação de Barbarella Jovanholi & Carlitos; produção Novos Uivos.
LANÇAMENTO DIA 23 DE SETEMBRO 07, no estande da APPERJ/OFICINA Editores, Pavilhão Azul, RioCentro, às 19:30h, durante a XIII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, Rio/RJ.
Já conheço... Esta é uma frase que não cabe ao leitor de Sérgio Gerônimo, sexy poet. Assim o rotulo e assumo sua indiferença por rotulados, mas Sérgio Gerônimo é! Escaneia aromas, decodifica te(n)sões, transa palavras em meio a ritmos e interrogações. Interrogações? Sérgio Gerônimo exclama sem ponto final, sem vírgulas as feridas de um cotidiano urbano visto através de barras invisíveis. Seus olhos brilhantes, red/green feixes, crus são mais que simples telas quadradas ou planas, são megapixels de puros versos nus. Nus? Não! Seminus, pois a nudez completa de suas estrofes caberá a nós, que poderemos ler/tirar a sua última peça íntima, na última página destes códigos por trás das barras. Atônitos perceberemos, então, que toda nudez será compensada.
Flávio Dórea - estilista/poeta
código de barras
Nenhum tempo é suficiente
o facho de luz verde/vermelho
senvergonhamente lê espaços
escala linhas verticais
escaneia do topo ao sopé
horizontal lente
integra indistintamente números e letras
páginas e rótulos
é soberano
não existe leitura igual
nem sentimentos desprezíveis
sequer expressões do tipo
já conheço!
são únicos
demonstra surpresa no ato
quando desata os nós dos vocês
individualmente marca
registra a tatuagem - você
manifesta-se ao mundo por extensão
vértices vindo em algarismos
se zero ou um - binariamente não sei
xis, ípisilon ou zê de séries inimaginávies
em vademecuns perdidos talvez
mas você é código
(inviolável)
afinal
ser código é até plausível
puras exclamações
barra é ser poeta
Salve! Mais uma vez Sérgio Gerônimo
aguça nossa macromicropercepçao! Passeia pela cidade e semáforos
falos luminosos convidam a um instigante rodeio pelos espaços urbanos.
Não satisfeito, quer mais! Tatuado na pele, barras que decodificam
caminhos! O autor insiste e incita à descoberta de infinitas e singulares
personalidades em um único ser...
POETA!
Khaled Delgado, médico/músicopoeta/louco
Mais informações pelo
e-mail: oficinaeditores@oficinaeditores.com.br